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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

GELEIA DE GOIABA


 Gosto muito de comer frutas in natura mas tudo junto: manga, goiaba, jaca (fiz um creme com banana e canela cuja receita já tem no Blog) e jamelão lá no terreno, mesmo dando para os outros, não estou dando conta. Aqui quase ninguém come goiaba. Então resolvi fazer uma geleia. A primeira remessa acabou rápido. Agora estou na segunda.

GELEIA DE GOIABA

Ingredientes:
2kg de goiabas maduras sem casca e sem bichos;
Suco de 1 limão;
1/2kg de açúcar cristal.

Preparo:
Descascar as goiabas, lavá-las e cortá-las. Deixei algumas, que vi que não tinham bicho, com caroços porque acho que eles dão mais sabor. Bater as goiabas no liquidificador e depois peneirar para separar as sementes, mas se tiver uma peneira de metal, pode simplesmente pressionar as frutas na peneira até que amassem. Essa massa peneirada vai para a panela com o suco do limão e o açúcar, em fogo baixo e mexendo sempre, pois a geléia pode grudar no fundo, por cerca de 45 minutos. O teste do ponto é o mesmo das outras geléias: pingue um tantinho em um pires, que pode estar gelado, e tombe-o: se a geléia
não escorrer, está pronta.
Nessa foto que tirei o pires está em pé na frente da parede. Na hora não me liguei que tinha que ter um refencial, um quadro ou coisa assim mas já era...
Distribua o doce em vidros esterilizados. Esterelizei deixando ferver numa panela com água por 20min e, como as tampas têm plástico no interior, depois que desliguei o fogo mergulhei-as por uns minutos e retirei.
Conserve na geladeira.

FONTE
http://acozinhacoletiva.blogspot.com.br/2011/11/geleia-de-goiaba-e-lembrancas.html

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vinagreira - Parte II

No interior de Maranhão é a hortaliça de folha mais consumida, base do típico arroz de cuxá. É também obrigatória no mercado do Ver-o-peso, vitrine dos produtos da Amazônia.
No Sudeste, é encontrada nos quintais, aproveitando-se os cálices florais, que cobrem o seus frutos, para fazer “groselha”, nome aplicado também para designar a planta, ainda que botanicamente ele seja incorreto. Os japoneses fazem dos cálices um saboroso picles lático, salgado, a que chamam “umê”. Os alemães, que de tudo fazem geléia, preparam uma geléia especialmente saborosa, acidulada, e chamam a planta de rosela.
Os ingleses, na mania do chá e andanças pelo mundo, descobriram no Oriente que tanto as flores como os cálices dão um quê especial ao chá. E assim disseminaram pelo Norte da Europa o gosto pelo “hibuscus tea”.
Nessa história, talvez o papel que caiba a nós brasileiros seja o de juntar essas partes soltas, e dar ao todo um toque especial de brasilidade. No nosso trabalho de investigação no Instituto Agronômico do Paraná, fomos aprendendo ao longo dos anos que as sementes dessa pequena maravilha servem ainda para a alimentação de aves, e constatamos que suas folhas estão em ponto de colheita justamente no verão, quando a maior parte das outras folhosas entra em colapso pelo calor.
A vinagreira merece um lugar de destaque nas hortas escolares.
Nas hortas domésticas, face à sua versatilidade, é presença quase obrigatória no verão: geléia para o café da manhã, picles para acompanhar o almoço, suco refrescante para o calor da tarde, folhas refogadas numa reconfortante sopa para o jantar e chá aromático para a prosa no sombreado.

Consumo

As folhas tenras, cruas, podem ser preparadas em saladas, picadas, finamente refogadas como couve. Tempera-se geralmente com sal e óleo. As folhas tenras picadas também são utilizadas para realçar saladas de outras folhas, como almeirão, alface, couve e repolho.
As folhas mais maduras são consumidas cozidas, em refogados, guisados, sopas, molhos e cremes, aos quais conferem um agradável sabor acidulado. Para o arroz de cuxá do Maranhão, as folhas, depois de escaldadas, são finamente picadas, reduzindo-se a uma massa. Essa massa, temperada com gergelim, camarão seco, alfavaca e sal é o cuxá, que se consome com arroz branco.
Dos cálices, vermelhos, muito atraentes, prepara-se picles lático. Uma camada de cálices é seguida por fina camada de sal, seguida por sua vez por outra camada de cálices e assim por diante, colocando-se um peso sobre a última camada para comprimir a massa. Algumas senhoras japonesas preferem pré-secar os cálices ao sol, antes de adicionar o sal. Consome-se esse picles, o umê, com arroz ou outros alimentos de consumo usual no país, como o essencial arroz-feijão.

Para o suco ou geleia, o mais simples é cozinhar os cálices com a quantidade desejada de açúcar até que amoleçam e desmanchem em pedaços pequenos. Está pronta a geleia. O suco pode ser preparado adicionando-se água à geleia e batendo no liquidificador. Bom apetite.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

APROVEITAMENTO DE FOLHAS, TALOS E OUTROS - Geleia de Casca de Tangerina


Minha avó fazia licor com as cascas de tangerina e ficava muito bom!
Vou ver se consigo resgatar a receita.
Hoje fiquei muito contente pois recebi a receita abaixo de Inny!

"Olá Rosangela!!

Agora que na Rede temos tangerinas, tenho feito uma receita que é uma delícia e aproveita a casca da tangerina: a Geleia de Tangerina.
Desta forma, diminuímos a quantidade de lixo!
Eu como os gomos da tangerina, com as folhinhas que vêm no talo eu faço um chá (delicioso!) e com a casca, eu faço a Geleia!!

Aí vai a receita super simples:

GELEIA DE TANGERINA
Ingredientes
cascas da tangerina
água
açúcar mascavo orgânico

Preparo
Juntar na geladeira as cascas da tangerina em um pote com água. Trocar a água, desta forma, tira o amargo da casca. Quando já tiver uma boa quantidade de cascas de tangerina, jogar aquela água fora. Colocar as cascas em uma panela com um pouco de água nova, para cozinhar em fogo baixo, até as cascas ficarem bem macias. Quando as cascas estiverem macias, desligar o fogo, jogar a água fora e esperar esfriar um pouco. Em seguida, cortar as cascas em tirinhas ou batê-las no liquidificador, dependendo da consistência que quer dar à sua geleia.
Em uma panela, colocar um pouco de açúcar mascavo orgânico, um pouquinho de água e as cascas de tangerina (as medidas vão depender da quantidade de cascas que tiver juntado).
Deixar em fogo baixo, até ganhar uma certa homogeneidade e prontinho!! É só esperar esfriar e se deliciar!